29 janeiro, 2006

Tudo bem que eu já bebi de ficar louca desvairada e cometer gafes, falar besteiras e cometer erros. Tudo bem que festa é festa e que cada um é dono do seu próprio nariz e estômago e atos e consequências. Mas o que foi aquilo da tal Thaís do BBB, pormondeus? Aliás, Deus esse que ela diz que isso e que aquilo e todos esses tralalás de coração puro [cof, cof] e que julga ser íntegra mas se esfrega na cara dos homens da casa, beijando as mulheres na boca e agarrando os casados. Depois, com a maior cara de santa, a psicóloga [tem noção disso? ela é psicóloga, socorro] nem aceita as brincadeiras do Bial, que por sua vez, nem cutucou muito também, porque ela era bem capaz dela morder, ou algo parecido. Enfim. Acaba de ir pro paredão o coitado do Agustinho, uma das vítimas da moça; contra o super-hiper-mega-maxi-sou-maior-cachorrão-mesmo-cato-todas-vem-cá-neném Daniel Saulo.

Vida real, minha gente. Até na telinha, todo mundo ama todo mundo, mas a corda 'arrebenta' (assim entre aspas mesmo, porque podem até colocar no paredão, mas não sei não se sai) pro lado mais fraco, no caso, do Agustinho, que tem a chance da vida dele, e quer saber? Pode até ganhar. Tomara mesmo.